quinta-feira, 22 de junho de 2017

Evolução do objeto


        Desde início foi proposta a ideia de conectar o objeto ao usuário a partir do movimento,  gerando, assim, um resultado inusitado, conceito que foi se refinando e ampliando as possibilidades a partir do desenvolvimento do curso.






quarta-feira, 21 de junho de 2017

Croquis diamantina

























Rede de implicações






Questionário das entrevistas diamantina






Performance


     Endereço do link do vídeo da performance:
https://www.youtube.com/watch?v=6sey6fcWhoI&feature=youtu.be


Proposta de intervenção na Praça Niemeyer

 
     Embora seja um espaço bastante amplo e com diversas possibilidades de uso, um dos principais pontos apontados foi o eminente abandono, tanto pela prefeitura, quanto pela população no geral, do espaço Niemeyer. Dessa forma, o espaço de grande potencial passa a ser utilizado apenas como passagem, sendo o caminho mais curto para atravessar para a outra rua, de modo que espaço e pessoa não se relacionam. A fim de trabalhar nisso, procuramos estratégias para atrair mais pessoas para o local além de gerar uma maior permanência destas ali. Uma dos mecanismos utilizados para isso foi a cor vermelha em todos os instrumentos utilizados, tecidos, faixas, tnt, balões, serragem, botões, etc., que naturalmente direciona o olhar de quem passa por perto. Criamos, ainda, ambientes exploratórios que buscam estabelecer uma interatividade com o usuário a fim de incentivar uma maior relação com o espaço e, consequentemente, uma maior disposição a permanecer ali, por meio de cordas com diferentes tons de sinos acionados pelo toque e botões de pressão nos degraus da escada. Além disso, foi feita uma parceria com a escola municipal de Diamantina que forneceu desenhos de alunos do ensino fundamental e pré dos lugares que estes mais gostavam na cidade, novamente com o intuito de estreitar a relação entre a sociedade e o lugar, que foram expostos de maneira dinâmica e mutável no segundo andar (o próprio usuário poderia alterar sua configuração, pois estavam presos em estruturas de nylon que serviam como trilhos transparentes). Ainda nesse sentido, filmamos formas de ocupação da praça presenciadas ao longo da semana, que, além de atrair as pessoas filmadas para a instalação também serviria para ampliar o imaginário de possibilidades de apropriação de quem vê a projeção. Uma outra maneira de provocar a permanência e de atrair a atenção dos transeuntes foi por meio da utilização de mais de 400 balões que serviriam como isca, já que mesmo de incio a pessoa não dê muita importância ao local, com o passar do tempo ali ela tende a prestar maior atenção no ambiente.
Foram utilizadas também setas vermelhas de serragem vindas das calçadas apontando o caminho até a praça e distribuídos panfletos sobre o evento tanto nas áreas próximas quanto no centro.


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Casa da Glória


     Embora esteja muito bem cuidada, com plantas verdes e ambientes limpos, ao abrir para a permanência de visitantes durante dias a Casa da Glória pode comprometer a sua integridade restante. Isso se dá, pois, uma vez que não há vigilância constante e já que os usuários dos dormitórios possuem acesso praticamente interino aos espaços da Casa, o risco do uso inapropriado destes é grande. Nesse sentido, sendo a Casa da Glória um importante símbolo cultural de Diamantina, datada de mais de 200 anos atrás, a chance de ocorrerem mais danos do que os já sofridos com alterações na construção deveria ser preocupante para os órgãos públicos. Esse liberdade excessiva, porém, traz uma sensação de conforto para os que utilizam do lugar como estadia, que passam a integrar a Casa com maior intimidade.


Moonlight: sob a luz do luar


       Obviamente, não é sem motivos que "Moonlight" foi vencedor na categoria de melhor filme no Oscar de 2017 e diversos outros prêmios do cinema. Não só por tratar de temas extremamente importantes como homofobia, violência e consumo de drogas na periferia mas principalmente a forma como aborda esses temas de maneira inovadora. Um exemplo disso são os cortes feitos entre as cenas, que procuram prolongar o pensamento e o olhar a partir do momento que criam vazios de falas que abrem espaço para a reflexão do expectador durante o próprio decorrer do filme, e não somente no final como a maioria tende a fazer, gerando uma conexão maior entre público-trama. Além disso, uma outra inteligente estratégia que instiga o interesse são as subdivisões dentro do filme, que fazem referência às 3 fases de vida do personagem principal, Chiron. Isso ocorre, pois, a partir do momento que se compreende que os títulos fazem referência a uma nova fase, procura-se entender de antemão do que se tratará esse novo momento só pelo nome, criando novamente um maior envolvimento. Uma das principais críticas negativas ao filme, porém, é que, se de um lado, Moonlight procura no conceito e na estética seguir a lógica transgressora aos filmes tradicionais americanos, no final, acaba voltando para o lugar comum do reencontro de dois amantes, deixando de explorar a riqueza informalidade trabalhada ao longo do filme.


domingo, 18 de junho de 2017

Museu das Minas e dos Metais

 
        A interatividade proporcionada pelas instalações do museu e impulsionada pelo uso da tecnologia é em grande parte desenvolvida a partir do ímpeto exploratório despertado nos visitantes, o que já é um sinal favorável. Estes são levados, assim, a abrirem portas, entrarem lugares, aproximarem o rosto, dentre outras ações envolvendo o corpo, para desvendar o caminho para informações escondidas, o que acaba sendo uma estratégia bastante interessante, pois incentiva o estabelecimento de relações espaço-público mais duradouras. Além disso o espaço é bastante amplo e possui diversas e diferentes maneiras de entreter o visitante e, ainda sim, deixar a passagem de conhecimento interessante. O maior problema encontrado, porém, é a falta de sinalização de algumas exposições e a ausência de funcionamento de um dos principais atrativos do terceiro andar quando visitei o local.

Exposição "Empresta-me teus olhos?"


      Só a proximidade com a questão manicomial em si proporcionada por essa exposição já é um grande ponto a favor do evento, já que trazer esse tema para o centro de discussões sociais é essencial para a quebra de paradigmas que excluem parcela da sociedade. Ademais, a exposição é bem rica no que tange à exploração da capacidade artística dos residentes dos manicômios com diferentes formas de expressão que vão de autorretratos a poesias escritas em pinicos, fato que ajuda ainda mais nessa desconstrução. O principal ponto negativo, porém, é a escala escolhida; são apenas duas salas ocupadas, que deixam a desejar mais obras.

Festival Planeta Brasil 2017

   
      Um dos principais destaques positivos do festival trata-se do efetivo espaçamento entre os diferentes palcos, que provocou um "isolamento" acústico entre os shows que aconteciam no mesmo momento permitindo que estes fossem desfrutados sem interferência. Além disso, esses espaços foram utilizados de maneira inteligente a partir da criação de ambientes polivalentes que trouxeram conforto para diferentes formas de apropriamento daquele espaço por meio de jogos, lugares para se deitar e sentar na sombra. Em contrapartida, vale citar o preço abusivo da alimentação dentro do festival (que dura 12 horas) e que chega a ser até mesmo um desrespeito aliado às filas de até mesmo 1 hora de espera e ao produto final com a qualidade bem menor do que a propagandeada.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Formas de apropriação do espaço


        Dentre as mais diversas formas de apropriação do espaço, vale destacar alguma delas:

Parkour: o parkour é uma prática que explora novos tipos de relação com o espaço a partir do corpo. é de certa forma transgressor de uma etiqueta social estabelecida para aquele local, por exemplo: socialmente bancos da praça são vistos de maneira monofuncional com um único objetivo: sentar. Já para os praticantes do parkour um banco pode ser um ponto de apoio para um mortal, um obstáculo para pular, etc. outras funções que não são usualmente exploradas.

Deriva: a deriva, diferentemente do parkour, possui uma posição submissa aos comandos do lugar, ou seja, as relações estabelecidas com o espaço se dão de acordo com o caminho que este conduz. Para isso, o indivíduo deve ausentar-se de opiniões e apenas deixar ser conduzido como se estivesse realmente à deriva, estabelecendo no máximo limites para esse movimento.

Flaneur: flaneur é um termo francês que faz referência ao explorar urbano, ao "vadiar". Dessa forma, "flanar" seria a ação de passear pela cidade despreocupadamente, observando seus elementos e como estes se organizam entre si nesse cenário.

Rolezinhos: os rolezinhos despontaram em 2014 e desde seu início foi um tema muito polêmico. Essa forma de apropriação consiste no encontro simultâneo de centenas de pessoas, geralmente organizados por meio das redes sociais, que passam a "conquistar", ou pelo menos essa é a ideia, novos espaços antes não visitados. Nesse sentido, os rolezeiros usam da força de uma massa para esse objetivo, já que individualmente seriam facilmente barrados pela sua condição social mais baixa. A grande polêmica consiste nessa apropriação do espaço por pessoas que socialmente não são designadas para ele, deixando donos de shoppings e empresários insatisfeitos.

Flash mob: similar aos rolezinhos, os flash mob também são encontros de uma grande massa geralmente organizado por meio da internet, mas que diferencialmente têm uma atividade já programada tal como manifestações, danças ou qualquer outra forma de expressão social.

Skateboarding:
a ocupação do espaço a partir do skate é muitas vezes criticada na sociedade urbana e por isso tratada com hostilidade, mas é mais uma forma de apropriação do espaço como as outras acima. Nesse tipo, a exploração do lugar é dada de uma maneira mais autônoma como no parkour, em que os locais e objetos não necessariamente são usados segundo regras impostas a eles.



sexta-feira, 5 de maio de 2017

Croquis Inhotim




Crítica ao meu objeto


 

 É interessante ressaltar no objeto como se utiliza da lógica finalística (a de descobrir o que há no interior do objeto) como principal mecanismo para desencadear uma ação programática, já que essa exploração pode se dar de várias maneiras (pela mão ou tentar observar por dentro ou enfiar o pé ou qualquer outra meio) que muito dificilmente vão se harmonizar de modo igual. Ainda sobre a interface, é interessante ressaltar que esta promove uma interatividade interativa entre 2, 3, 4 ou quantas pessoas quiserem interagir, abrindo ainda mais a gama de possibilidades de criação de novos eventos. O maior problema, porém, parece ser o caráter de certa forma proativo dessa interface, já que o canal de diálogo pessoa>objeto ainda não está muito claro.

Crítica às obras escolhidas pelo grupo

Lozano Hemmer
 1984

 Embora aparentemente programático, ao mostrar números aleatórios na tela retirados da internet, a ação do objeto 1984x1984 acaba se limitando a apenas uma funcionalidade, a de mostrar a silhueta da pessoa preenchida pelo numero 1984, o que pode acabar proporcionando um tipo de relação com o público predominantemente finalística. Além disso, a obra, um grande telão 6x3 com sensores de movimento, apesar de empregar o digital para ser virtual, acaba atraindo tanta atenção com as cores e sombras diferentes que o tipo de interação se restringe principalmente à esfera de pessoa-objeto, de maneira proativa, e deixa de explorar as possibilidades de interação entre o próprio público ali que acabam ficando só como potência e não como realidade.



Lygia Pape
Divisor

  Ao contrário da obra de Lozano Hemmer, Lygia explora de uma interface extremamente simples, sem uso do digital, e acaba conseguindo um tipo de interação muito mais significativa e dialógica que a proporcionada por 1984 de maneira totalmente programática. Isso ocorre, pois, o leque de possibilidades proporcionado por um pano branco com rasgos aleatórios é muito grande, sendo extremamente dificil atingir a mesma configuração duas vezes ao acaso. Além disso, a interação também se da de maneira muito mais ampla já que os participantes precisam negociar entre si a posição e o movimento do grupo e, já que esse evento acontece na maioria das vezes em espaços públicos, o público externo também acaba se envolvendo na obra ao observar.

Como tornar as pessoas mais responsáveis pelos espaços que habitam através de ambientes não apenas reativos?

         
         Acredito que ambientes interativos, tanto no campo da proatividade quanto no da dialógica, possuem a capacidade de criarem laços mais fortes entre as pessoas e o espaço quando em comparação com espacialidades apenas reativas. Isso ocorre especialmente já que a dependência pessoa-espaço é mais forte nesses dois primeiros tipos, que necessitam do público para realmente acontecer. Dessa forma, ao criar essa maior dependência, espaços não apenas reativos tendem por consequencia a terem uma influencia maior na vida do público, podendo gerar assim um maior sentimento de pertencimento e de responsabilidade nesses.

domingo, 9 de abril de 2017

Croqui Parque Municipal


Parágrafo sobre a diferença entre a visão de um lugar virtualmente e pessoalmente


           Embora retratem, teoricamente, um mesmo cenário, a representação virtual e a realidade de um lugar são, acredito que permanentemente, muito distintas. Existem coisas que não são possíveis reproduzir, ou até mesmo simular, mesmo com o incrível avanço da tecnologia dos útimos 20 anos. Uma delas, e a principal para mim, consiste na energia emanada pela vida dos seres. Controlar os fluxos energéticos dessa maneira, criando ou replicando-os, é algo muito aquém da capacidade humana, e, por isso, não há avanço tecnológico que possibilite esse mecanismo.

Parágrafo sobre o documentário: Um lugar ao sol



                     Por estar no meio de dois extremos - sociais, culturais e econômicos - me vejo muitas vezes num distanciamento de ambos e, quando me dou conta, já esqueci do quanto a realidade do Brasil ainda é estupidamente contrastante. Esse é um dos principais motivos para o meu elogio ao documentário Um lugar ao sol, que relembra essa desigualdade de modo sutilmente sarcástico, expondo os pensamentos dos principais influentes brasileiros que moram em coberturas. De acordo com integrantes dessa parcela extremamente restrita, a cobertura proporciona um distanciamento dos empregados, tornando mais confortável e privada a vida do dono. Há ainda, uma série de outros comentários preconceituosos, como a objetificação da mulher e a inferiorização de pessoas não acadêmicas. Fica perceptivel a falta de conscientização dessas pessoas que se acham "mais próximas de Deus", um cenário paradoxal que precisa ser notado, já que são essas as principais responsaveis pelos caminhos do país.

domingo, 2 de abril de 2017

Prancha para corte e vídeo do objeto em grupo



Crítica ao objeto de Alan Júnior


             Embora o conceito do objeto interativo de Alan seja bastante interessante, com a proposta de abrir um espaço para a criação individual, este torna-se um problema quando associado a um processo de padronização, já que naturalmente as pessoas tendem a repetir um padrão imposto pela sociedade. Dessa forma, somente um "quadro em branco" não teria grandes efeitos em incentivar um real desenvolvimento da criatividade no indivíduo, que muitas vezes permanece silenciada. Além disso, o aparato ainda consiste em um boné, peça predominantemente representativa que já praticamente define o caminho de ação do expectador (colocar o boné na cabeça seria o primeiro impulso) o que limita as possibilidades do objeto e, portanto, sua capacidade programática.


Reflexão sobre o potencial de mudança na concepção e vivência dos espaços possibilitada pela fabricação digital, prototipagem rápida e parametrização

      

               As inúmeras mudanças provocadas pelo avanço da tecnologia nas últimas décadas, com o desenvolvimento de impressoras 3D por exemplo, possibilitaram todo um novo método de produção, não só no campo automobilístico e aeroespacial, como também, na arquitetura. A prototipagem rápida e a fabricação digital aliados à parametrização resultaram, assim, no surgimento de novas formas de expressão, antes muito complexas para serem projetadas à mão, que refletiram na forma como o expectador interpreta o espaço. Isso ocorre uma vez que esse processo possibilitou experiências antes nunca vivenciadas, em espaços antes impossíveis, ou muito difíceis, de serem criados. Tem-se, desse modo, um nova relação entre indivíduo e espaço, sendo o último marcado predominantemente pelo auxílio da tecnologia. 


sexta-feira, 24 de março de 2017

Crítica ao croqui de Vanessa Oliveira








            O azul impactante é o primeiro aspecto que atrai atenção ao croqui de Vanessa, seguido de uma riqueza de detalhes nas folhas da vegetação que se equilibra com o vazio central. Além disso, a proporção é feita com bastante precisão, fato que traz um realismo para o desenho, de forma que é possível identificar o local e o ângulo de visão facilmente. Vale destacar ainda, que a forma como Vanessa dispôs o croqui no papel foi bastante interessante, colocando partes ricas em lados opostos o que torna a apreciação mais confortável. O vazio ao fundo, próximo às colunas, entretanto, criou um desnível em relação ao resto do desenho, principalmente uma vez que se compara com a cena real.


Croquis da Escola de Arquitetura e Desing


segunda-feira, 20 de março de 2017

domingo, 19 de março de 2017

Parágrafo sobre as diferenças entre roupa e arquitetura

     
            Apesar de tanto a vestimenta quanto a arquitetura serem canais de comunicação, o principal ponto de divergência entre elas recai justamente sobre o quê elas conectam. Se de um lado as roupas relacionam diretamente um indivíduo a demais outros, a um grupo ou à sociedade em geral, o principal objetivo da arquitetura é lincar o espaço a esses aspectos citados. Dessa forma, diferentemente da roupa, quem possui a obra arquitetônica muitas vezes não recebe tanto destaque, já que esta dialoga de modo independente com o expectador. Nesse sentido, a arquitetura trabalha conectando objetos/espacialidades a pessoas (ou pessoa) a fim de transmitir uma mensagem, enquanto os trajes a transmitem de pessoa para pessoa na maior parte do tempo. Além disso, o ciclo de permanência de uma estrutura arquitetônica é  mais estendido do que o da roupa, já que trabalha com largas escalas no quesito material, custo, mão de obra e construção que tornam o seu processo de criação e demolição mais dificultosos. Arquiteturas tendem, assim, a acompanhar o ritmo de início e fim de instituições, enquanto a vestimenta tende a acompanhar fases da vida humana.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Parágrafo sobre o texto "Animação Cultural" de Vilém Flusser

       
             Embora os objetos tenham crucial importância na realização de atividades do dia a dia, o processo de ultravalorização desses é extremamente problemático. Tal fato, principal crítica apontada pelo autor, é argumentada a partir da personificação de seres sem vida, como por exemplo, uma mesa, que atigem tal grau de consciência que exigem até mesmo uma "Declaração dos Objetos" em alusão à Declaração dos Direitos Humanos. Vale destacar, ainda, o quão factual essa trama se torna, principalmente no século XXI, já que estes se tornam cada vez mais facilitadores e atrativos com o avanço da tecnologia. Dessa forma, há um processo de inversão na hierarquia de importância, ora homem-criação, em que a criatura se torna superior ao seu criador. Valores sociais, como o pensamento crítico, são, assim, substituidos por uma tendência à atrofia da racionalidade, característica de objetos, algo extremamente prejudicial à sociedade.